sábado, 17 de fevereiro de 2007

o meu mano faz anos


Para você rabisco este soneto
com gosto de saudade adocicada,
e acendo um novo verso em branco e preto
brincando de balões... Contos de fada.

Silêncio! Mais um ano num deserto
distante dos perfumes da alvorada
que tinge o seu sorriso com o afeto
dos ventos, guardiões desta jornada.

Feliz aniversário! Um lindo dia,
bolo de chocolate, brigadeiros,
quindins, doce de leite e poesia.



6 comentários:

Anónimo disse...

Tanks, Seila!
... mas sinto-me defraudado: um soneto tem (tinha) duas quadras e duas tercilhas (é assim que se chama a coisa com três versos?) e, além disso, clicando no "aqui" aparece-me um Nathan Qualquer Coisa (putativo brazuka) cuja autoria é pouco clara (soneto? grafismo?).
B'jinhos!
Zé Antº (a porra do blogger não me aceitou...)

legivel disse...

... que o teu mano passe um dia fantástico na companhia de quem mais lhe aprouver e... parabéns!

E tu, tem um óptimo fim-de-semana, se possível com um naco de sol, que esta chuva já aborrece.

Gi disse...

Então os nossos manos estão de Parabéns :) o meu mano mais novinho que é só 11 meses mais velho que a minha filha também é hoje pequenino. É mais que mano...foi assim o meu treino para mamã. Quase 1º filho mesmo :)
Beijinhos para ele, ao meu vou encarregar-me de lhos dar :)
Bom fim de semana

vida de vidro disse...

Parabéns atrasados ao teu mano e um beijo para ti! **

Makejeite disse...

Dois anos sem fumares? Eu já levo doi anos e 37 dias. AHAHAHAHAAH

OrCa disse...

Seilá, um soneto manco, diria o nosso amigo Fernando, é um perneto...

Permite-me entrar na festa, assim o rematando:

serão estes apenas os primeiros
presentes trazidos com alegria
depois... abraço e beijo companheiros.

beijos para ti.

adoro estes espectáculos - este é no mercado de Valência

desafio dos escritores

desafio dos escritores
meu honroso quarto lugar

ABRIL DE 2008

ABRIL DE 2008
meu Abril vai ficando velhinho precisa de carinho o meu Abril

Abril de 2009

Abril de 2009
ai meu Abril, meu Abril...

dizia ele

"Só há duas coisas infinitas: o Universo e a estupidez humana. Mas quanto à primeira não tenho a certeza."
Einstein