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segunda-feira, 25 de maio de 2015

onze anos!!!


Tanto tempo!
Alguns desaparecemos no mistério de um nick-name nunca desvendado.
Terá sido um tempo de morrermos...
Um tempo de vivermos outras vidas.
Terá sido, decerto, o tempo necessário.
Alguns ainda por aqui andamos.
De cor (ação)  relembro uns quantos  neste dia de aniversário do Repensando  
wind (Isabel Mar Cruz) ​, Inconformada (Maria Alfacinha)​, TCA (Amadeu Brigas​), OrCA (Jorge Castro​), Perplexo, Alice Duarte (do Vida de Vidro ), Bertus (Alberto Oliveira)​, Lobices (Joaquim Nogueira)​, José Alex Gandum​ (d´O meu sofá amarelo), Ze Almaro (do Aguarelas escritas )​, Luis Maia (do comblogs de ver) Jorge Pinheiro (do Expresso da linha)​, Eduardo Penteado Lunardelli​ (do Varal de ideias ), Luis Bento (do bento vai para dentro)​, Henry Alfred Bugalho​ (do Samizdat), João Menéres​ (do Grifo planante) , Isabela Figueiredo​ (do Novo Mundo )

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

no dia em que nasceste

no dia dos teus anos, eu renasço. não se traduz em palavras. hoje, sei que será como se deu naquela tarde. sempre se repete, singelo e sem alarde, em cada minuto que se seguiu a esse dia sete de Dezembro. mas de ano a ano, é tal e qual se deu naquela tarde.
eu não sei, ainda não sei, palavras para contá-lo: seria necessário que as inventasse para ir dizendo, e não diria o tanto. um início de tarde. apenas mais uma, e no entanto, eu creio que aquela não foi tarde de um dia inscrito em calendário, mas dia aposto apenas para que tu acontecesses.
naquele dia sete, cavalos alados, com trompetas de anjos e alaúdes e banjos, cobriram cada rua numa marcha de sorrisos e cantares. seguiam-nos uma miríade de anjos, fadas e duendes, todos vestidinhos de garridas cores ou em peliças translúcidas,  e vagaram por cada uma das ruas, anunciando um dia bem diferente, que quem os via, e eram todos, sorria num sorriso que seria outro, se bem que nada mudasse no decurso que se fazia àquela hora: o talhante ia cortando o bife, o médium dizia a sina de quem o consultava e o médico ditava o diagnóstico: a vida acontecendo enquanto tu nascias. uma sopa ferventava na panela de cada cozinha, igualinho ao que sempre acontecia, que eram seres da alma os que invadiam a cidade,  desses que vêm nos livros de histórias, e em ocasiões de muito sentimento, quando não há palavras, nem mesmo soletrando-as, que saibam dizer do que a gente sente, nessas ocasiões, esses seres saltam de onde foram inventados e zanzam pelos passeios e pelos largos, sobram das esquinas e equilibram-se em dançares no alto  de varandas e telhados. foi o que se deu naquela tarde em que tu nasceste, e se repete cada Dezembro, dia sete.

quinta-feira, 12 de março de 2009

adoro estes espectáculos - este é no mercado de Valência

desafio dos escritores

desafio dos escritores
meu honroso quarto lugar

ABRIL DE 2008

ABRIL DE 2008
meu Abril vai ficando velhinho precisa de carinho o meu Abril

Abril de 2009

Abril de 2009
ai meu Abril, meu Abril...




dizia ele

"Só há duas coisas infinitas: o Universo e a estupidez humana. Mas quanto à primeira não tenho a certeza."
Einstein